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domingo, 31 de julho de 2011

Informação

Vou começar a publicar os episódios de Konoha High School que tem a ver com as personagens de Naruto.

Capitulo 1-

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Espero que gostem.

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Este video é para fazer um tributo às Raparigas ninja que são tão boas (ou melhores dependendo dos casos) que os rapazes. Espero que gostem.

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Musica: Enjoy the Silence

Artista: Lacuna Coil

sábado, 30 de julho de 2011

Fanfinction- "Tudo Muda" Capitulo 5- A Vila da Areia

Eu e o Shikamaru voltámos ao local onde nos tinham atacado. O homem que nos tinha atacado estava já atado aos pés do Kakashi-sensei.
(Kurenai-sensei)- Shikamaru estás bem?
(Shikamaru)- Sim. Estou melhor agora.
-Estás a sangrar ainda. Tira a roupa para fazer ao menos um curativo.
Fui à minha mala e tirei umas ligaduras e uma toalha. Passei com a toalha em água e limpei-lhe a ferida pondo ligaduras em volta das costas.
-Está melhor assim?
(Shikamaru)- mmm…sim e-está. Obrigado.
(Asuma-sensei)- Bom vamos continuar a viagem já que estamos todos acordados.
A viagem continuou sem problemas e três dias depois chegamos à Vila da Areia. O deserto reinava nas redondezas. Toda a Vila era feita de Areia. Naquela Vila o vento era forte e levantava a areia. As pessoas andavam com roupas até aos pés e com a cara tapada.
-Nunca tinha visto tanta areia junta.
(Kiba)- E ainda por cima com este vento vai tudo para os olhos.
(Asuma- sensei)- Vamos mas é despachar para regressarmos o mais depressa possível.
(Kakashi-sensei)- Sim. É melhor.
Fomos até uma mansão para nos encontrarmos com uma pessoa que nos indicaria o caminho até à pessoa que estava à espera da encomenda. O homem que nos indicou o caminho disse que quem estava à espera da encomenda era um homem chamado Baki que trabalhava com o Kazekage.
(Kakashi-sensei)- É melhor esperarem aqui nesta pensão. Hoje passamos aqui a noite.
(Sakura)- Eh? Porquê?
(Sasuke)- Vai haver uma tempestade de areia. É demasiado perigoso irmos para casa hoje.
(Kakashi-sensei)- Exactamente.
(Kurenai-sensei)- Cada equipa fica num quarto. Depois a gente vai lá ter.
“Então isso quer dizer que vou dormir com o Kiba, o Shikamaru, o Asuma-sensei e um cão?”
A Sakura estava toda contente, claro ia dormir junto com o Sasuke.
(Hinata)- Shizuka…o que achas que é a encomenda?
-Não sei. Mas também não faço questão de saber.
(Hinata)- Não me digas que não tens nem um bocadinho de curiosidade.
-Se queres saber…nem por isso.
O dono da pensão levou-nos até aos nossos quartos. No meu e do resto do meu grupo havia três camas. Como éramos quatro alguém tinha de dormir no chão ou com outra pessoa.
(Kiba)- Como só há três camas o Asuma-sensei fica no chão. Ele não se importa.
Cada um de nós instalou-se na sua cama. Eu fiquei com uma cama que estava ao pé da janela. O Kiba ficou com a que estava ao pé da porta encostada à parede e o Shikamaru ficou com a última que também estava encostada à parede, em frente à do Kiba.
O quarto era composto por uma pequena casa de banho e apenas um roupeiro. Mas como só íamos passar uma noite não era preciso desfazer as malas. Pousei a mala em cima da cama e deixei-me cair em cima dela.
-Estou de rastos. Há três dias que não durmo numa cama.
(Kiba)- E pensas também que nós não estamos cansados?
-Eu por acaso disse alguma coisa? Tu também só estás bem a chatiar-me.
(Shikamaru)- Não vão começar pois não?
- Não. Estou demasiado exausta para discutir.
Quando acabei de falar batem à porta. O Kiba que estava mais perto dela abriu. Do outro lado encontrava-se a Sakura e a Hinata.
(Sakura)- Shizuka queres vir connosco?
-Onde?
(Hinata)- Vamos a uma Sauna que há aqui na pensão.
-UAU Sauna! Que óptimo! Esperem por mim à entrada que eu já vou ter convosco.
(Sakura)- Está bem. Não te demores.
-5 Minutos.
Elas saíram. Tirei da mala uma toalha e uns chinelos.
-Até já.
Sai do quarto e fui ter com elas à entrada.
-Vamos então?
(Sakura)- Vamos.
Fomos até à parte de trás da pensão. Havia um compartimento para nos despirmos. A Sauna estava dividida em duas partes, uma para as raparigas e outra para os rapazes. Despi a roupa que trazia e enrolei-me na toalha. Abri a porta de correr e um monte de vapor invadiu a minha visão. Parecia uma longa de água quente. Além de nós as três encontravam-se apenas mais quatro raparigas. A Hinata e a Sakura já estavam de molho. Eu ainda não tinha entrado. A água estava quente. Tirei a toalha do corpo e pousei-a num cabine que havia ali. Entrei na água e fui ter com elas.
(Sakura)- Sabe bem não é?
-Sim. Estava mesmo a precisar disto para desanuviar.
(Hinata)- Shizuka já ouviste falar do exame Chuunin que vai haver em Konoha?
-Não? É quando.
(Sakura)- Daqui a uma semana. Não sabias mesmo? É o que se ouve mais.
(Hinata)- Pelo que parece vai ser em grande. Várias Vilas vão participar. Incluindo a Vila da Areia.
-Excelente. Eu também me quero tornar Chuunin. Gostava tanto.
(Sakura)- Duvido muito que a gente possa participar. Ainda à pouco tempo nos tornamos Gennins.
-Tens razão. Mas acho que o Hokage tem muita confiança em nós.
(Hinata)- Achas que ele nos vai deixar participar?
-Talvez.
A noite já se tinha posto. Eu já tinha ido para o quarto juntamente com a Hinata e a Sakura. A lua estava tapada pelas imensas nuvens que existiam no céu. Eu estava deitada na cama assim como o Kiba e o Shikamaru. O Kiba já dormia e já ressonava. O Asuma-sensei ficou num quarto com o Kakashi e a Kurenai-sensei. A encomenda já tinha sido entregue e amanhã íamos voltar para Konoha.
-Shikamaru. Ouviste falar do Exame Chunnin?
(Shikamaru)- Sim. Mas não estou muito interessado a participar.
-Até me admirava se estivesses. Sais-te me cá um preguiçoso. Não gostavas de te tornar Chunnin?
(Shikamaru)- Nem por isso.
-Asério eu não percebo quais são os teus objectivos.
Ele estava sentado na cama. De costas viradas para mim. Eu levantei-me e sentei-me ao lado ele.
- O que foi? Estás muito calado.
Ele não respondeu e olhou-me nos olhos. Eu senti-me demasiado observada. Desviei o olhar para o chão. Ele aproximou-se e tocou-me com os seus lábios macios nos meus. Senti que ia explodir. O meu rosto começou a aquecer a uma velocidade que dava cabo de mim. Gostava que ele me beijasse mas assim de repente era demais para mim.
A manhã nasceu. O Asuma-sensei foi-nos chamar para nos pormos a caminho de Konoha já que a viagem demorava três dias. Era muito cedo e eu ainda não estava a 100%. O sono ainda dominava o meu corpo. Ao descer as escadas que tinham sido acabadas de lavar esbarrei e torci o tornozelo. A Hinata que vinha atrás de mim ajudou-me a levantar.
(Hinata)- Estás bem?
-Acho que sim.
Ao pôr-me em pé o tornozelo doía-me.
(Hinata)- Não me parece que estejas bem.
-Isto passa. Não quero atrasar a viagem. Vamos embora.
(Shikamaru)- O que se passa aqui?
(Hinata)- Ela caiu das escadas e torceu o tornoze…
-Hinata! Eu disse-te para não dizeres nada a ninguém.
(Shikamaru)- Consegues andar?
-A-acho que sim.
(Shikamaru)- Não mintas. Anda.
Ele fez um gesto para subir nas suas costas.
-Não é preciso.
(Hinata)- É melhor fazeres o que ele diz. Se não queres atrasar a viagem deixa-o levar-te e quando tiveres melhor vais sozinha.
-Tu também não me facilitas a vida.
(Shikamaru)- Anda lá e cala-te.
Subi nas suas costas. Senti-a me mal ao faze-lo levar-me. “arhhh…que treta. Agora sou carga para ele…”
(Naruto)- eh eh…o que passa aqui Shikamaru?
(Shikamaru)- Ela caiu das escadas e tor…
-Está bem! Já se sabe que cai das escadas mas também não é preciso divulgar a toda a gente.
(Naruto)- Então é preciso leva-la às cavalitas.
-Deves ter muito a ver com isso.
(Shikamaru)- Ela não consegue andar.
Chegamos à entrada da Vila da Areia onde todos nos esperavam. Foi a maior vergonha. Começaram logo a fazer perguntas do porquê daquilo. “Espero bem que esta dor me passe rápido. Fogo também tinha de acontecer logo agora.”   

terça-feira, 26 de julho de 2011

Fanfinction- "Tudo Muda" Capitulo 4- A missão

No dia seguinte acordei debaixo dos lençóis a ser sufocada contra o peito do Shikamaru. A voz da mãe dele invadia o quarto. Ele apenas respondia que sim e acenava com a cabeça. Quando a mãe dele saiu do quarto afastei-o com brusquidão, para poder respirar, fazendo-o cair da cama.
-Ouve…para a próxima avisa. Eu não estava preparada para morrer agora.
(Shikamaru)- Desculpa lá. Acordei de repente e ela estava a entrar e tive de fazer os possíveis para te esconder. Preferias o quê? Que ela te visse?
-Sem duvida! Entre morrer e ela me ver prefiro a primeira opção obrigada por perguntares!
Ele coçou a cabeça e levantou-se espreguiçando-se. Afastei os lençóis para trás e sai da cama. Tínhamos de ir ter com o resto do grupo pois íamos fazer uma missão. Despi a roupa de dormir e vesti a roupa normal. O Shikamaru saiu pela porta e dirigiu-se à cozinha enquanto eu esgueirava-me pela janela sem ser vista. Esperei por ele à porta de casa. Alguns minutos depois ele saiu com um pão na mão.
(Shikamaru) - Toma.
Ele deu-me o pão nas mãos desviando o olhar de mim. Desde que acordamos ainda não nos tínhamos olhado nos olhos um do outro. Depois do que acontecera ontem eu não conseguia enfrenta-lo.
Caminhamos juntos mas mantendo uma distância bastante grande. Chegamos ao local combinado. Fomos os primeiros a chegar.
(Shikamaru)- Precisamos de falar.    
Antes que pudesse responder foi interrompida pelo Kiba e pelo Asuma-sensei.
(Asuma-sensei)- Mudança de planos meninos. O Hokage mandou-nos chamar.
-Para?
(Asuma-sensei)- Não sei. Vamos rápido.
Chegamos à sala. Lá dentro encontrava-se o grupo da Hinata e do Sasuke. Fiquei espantada por os ver lá. Fui ter com a Hinata.
-Também foram chamados?
(Hinata)- Sim. Não percebo porquê. Não sabes de nada?
-Não. Sa…
Antes de poder acabar a frase fui puxada pelo Asuma-sensei pela gola da camisola da parte de trás.
-O que foi?
(Asuma-sensei)- Temos de nos por em ordem.
O Hokage entrou na sala. Todos nós fizemos uma vénia. Excepto eu. O Kiba Empurrou a minha cabeça para baixo ficando como eles.
(Kiba)- Mostra algum respeito ao menos.
Ignorei por completo as palavras dele.
(Hokage)- Chamei-vos aqui porque quero pedir algo muito importante. Como vocês são os únicos grupos livres…
-Não propriamente. Nós tínhamos um…
Mais uma vez fui interrompida do meu “discurso” com uma chapada na cabeça dada pelo Asuma-sensei.
(Hokage)- …quero que levei esta encomenda à Vila da Areia. É muito importante que a entreguem em segurança.
(Kurenai-sensei)- Fazemos isso com o mais rápido que podermos.
(Naruto)- Não se preocupe. A gente consegue chegar inteiros.
“Claro e ele que não se achasse o melhor em frente de todos.”
-P…
(Asuma-sensei)- Não te atrevas a dizer mais uma única palavra.
Cruzei os braços. “Até parece que disse algo que não seja verdade. Que drama!”
A encomenda foi dada ao monitor do grupo do Naruto, Sasuke e Sakura. Saímos os doze da sala. Já cá fora os três monitores, Asuma, Kakashi e Kurenai-sensei estavam a organizar as coisas enquanto nós, os alunos, falávamos entre nós.
(Hinata)- Tu não mudas mesmo. Nem mesmo em frente ao Hokage.
-Então! Ouve hoje nós tínhamos uma missão e agora mandam-nos ir à Vila da Areia? Vamos demorar três dias. Três dias sem uma cama e sem comida decente!
Ela não voltou resposta.
-Estás a ignorar-me?
(Hinata)- Esse é o único motivo porque resmungas?
-Achas pouco?
Ela encolheu os ombros.
(Kakashi-sensei)- Pessoal! Vamos fazer assim. Vamos demorar três dias a chegar à Vila da Areia. À noite paramos para dormir já que é mais perigoso à noite. Nós os professores vamos na frente, e vocês vão a trás. Hinata com o Byakugan vigias a parte de trás.
(Hinata)- Está bem.
(Kurenai-sensei)- Têm uma hora para arranjar as coisas depois encontramo-nos nos portões de Konoha. Podem ir.
Eu e o Shikamaru fomos para casa dele. Eu fiquei à espera dele cá fora.
-Trás a minha mala.
(Shikamaru)- Ah…Está bem.  
Vinte minutos depois ele apareceu. Eu já estava a ganhar raízes!
-Estava a ver que começava a apodrecer.
(Shikamaru)- Tive de fazer comida para dois, não te esqueças!
- ah…pois. Desculpa! “Pois esqueci-me que agora ele é que me dá a comida!”
(Shikamaru)- Então vamos?
(Kiba)- Shizuka! Shikamaru! Esperem por nós.
(Shikamaru)- Kiba? Não costumas vir por esta rua.
(Kiba)- É! Fiz um desvio para vir ter contigo. Mas nunca esperei que tivesses com a Shizuka e muito menos estares com a mala dela nas mãos.
Eu olhei de relance para a minha mala e depois para o Shikamaru que estava a ficar corado. Ele deu-me a mala mas sem me olhar. Desviando a cara para o outro lado.
(Kiba)- Bem…isto foi estranho.
-Não digas mais nada! Morre aqui o assunto. Vamos andando.
Virei costas e pus-me a andar.
(Shikamaru)- mmmm…Shizuka é por este lado.
Eu dei uma volta de 180º ficando virada para o outro lado.
-Pois…eu sabia!
O Kiba e o Shikamaru iam a andar e eu ia a trás. Eles estavam a falar de alguma coisa que estava a perturbar o Shikamaru. Pelo modo que ele coçava a cabeça tanta vez…Quando chegamos estava lá apenas o Sasuke ,o Shino a Hinata e a Sakura, incluindo os professores. Quando estávamos quase todos faltava apenas o distraído do Naruto.
(Sakura)- Aquele Naruto sempre o mesmo atraso. Daqui bocado vou busca-lo pelos cabelos.
(Kakashi-sensei)- Já não é preciso os teus serviços. Ele vem ali.
(Naruto)- Desculpem o atraso. Encontrei uma pessoa pelo caminho.
-Sempre a mesma desculpa. Tens de começar a variar.
(Naruto)- Não podes falar muito. Também chegas sempre atrasada.
-Pelos vistos não! Hoje não cheguei!
(Asuma-sensei)- Já chega Shizuka. Já estamos atrasados o suficiente. Vamos.
Saímos de Konoha em direcção à Vila da Areia.
À noite paramos para descansar. Fizemos uma fogueira e tiramos os sacos de cama das malas. Mas como sempre eu não tinha o necessário. Já estavam todos deitados nos seus sacos. Eu estava encostada a uma árvore. Tínhamos combinado fazer turnos de vigia. Cada grupo de três fazia uma vigia. O primeiro grupo foi o meu, o do Kiba e do Shikamaru, embora os únicos acordados era eu e o Shikamaru.
- Aquele inútil Kiba! Não serve para nada.
(Shikamaru)- Ele é mesmo assim.
-Também não és muito diferente.
Ele olhou para mim do tipo “ai é?”
-O que foi?
(Shikamaru)- Nada.
Naquele momento preferia estar com ele..sozinha. Aquele beijo de ontem, ainda passava pela minha cabeça em momentos como aqueles. Tinha sido tão rápido que ainda não percebido bem como acontecera… mas eu queria faze-lo outra vez, e talvez naquele momento, talvez neste mesmo segundo. Estes pensamentos não saiam da minha cabeça.
-Shikama…
(Shikamaru)- Chiu!
-Ah?
Ele levantou-se e olhou para o meio das árvores. De repente ele correu para a minha direcção e saltou para cima de mim atirando-me ao chão. Nessa altura o resto das pessoas que estavam a dormir, acordaram. Do meio das árvores sai uma Shuriken na minha direcção que foi impedida de me atingir pelo corpo do Shikamaru. Ele olhou-me nos olhos. Naquele dia, aquele foi o único momento em que ele me olhou finalmente da cara, e agora estava ferido ao tentar salvar-me.
(Asuma-sensei)- Shizuka leva o Shikamaru para fora daqui!
-S-sim!
Pus um braço dele em volta do meu pescoço, enquanto eu o agarrava pela cintura e tirava-o dali. Pousei-o em cima de uma árvore. Tirei-lhe a Shuriken das costas.
-Estás bem.
(Shikamaru)- Sim. Isto não é nada.
Abracei-o com força. Naquele momento eu nem pensei. Foi instintivo. Ele primeiro não fez nada mas quando eu me afastei dele ele puxou-me novamente para ele e abraçou-me com força.      

domingo, 24 de julho de 2011

Shizuka e Shikamaru



Aqui vai um desenho meu do Shikamaru a abraçar a Shizuka.

 Espero que gostem.



sábado, 23 de julho de 2011

Fanfinction- "Tudo Muda" Capitulo 3- Primeiras Emoções

No dia seguinte à vigia acordei na minha cama sem saber como tinha ido ali parar. Antes de abrir os olhos senti a respiração de alguém a bater-me na cara. Tive algum receio de abrir os olhos para ver quem era. Com algum medo abri os olhos devagar.
(Kiba)- Tu a dormir até pareces fofinha mas quando acordas és o pesadelo em pessoa.
-Kiba? O que estás aqui a fazer? Pesadelo em pessoa?
(Kiba)- Tem calminha tá?
-Olha lá o que estás aqui a fazer? Isto cheira-me mal!
(Kiba)- Foi o Asuma-sensei que me pediu para que ficasse aqui contigo até acordares. Cheira-te mal porquê? Não fiz nada!
-Não. Cheira-me mesmo mal.
Olhei para o canto do quarto e o Akamaru estava a fazer as suas necessidades no meu quarto.
-Kiba! Leva o teu cão para fora daqui! E limpas aquilo antes de ires embora! Já!
(Kiba)- Olha não tenho a culpa.
-O cão é teu. Limpa!
Ele desceu as escadas até à cozinha para buscar uma vassoura e uma pá para limpar o que o Akamaru tinha acabado de fazer.
(Shikamaru)- Vejo que já estás acordada.
Olhei para trás e ele estava na minha janela sentado. Deu um salto para cima da cama (que ficava encostada à parede onde estava a janela).
- O que fazes aqui?
(Shikamaru)- Vim ver como estavas.
-Quem me trouxe para casa?
(Shikamaru)- O sensei. Ele trouxe-te ao colo. Mas eu é que te trouxe até aos portões. Agora imagina-me a descer contigo ao colo aquelas escadas todas da Torre de Vigia. Além disso não és nada leve…
-Está bem! Já percebi.
(Kiba)- Shikamaru! O que fazes aqui?
(Shikamaru)- Ehh…nada…nada. Pediram-me. Mas vou embora agora.
-Faz-lhe companhia e sai também Kiba. Obrigada e adeus.
(Kiba)- Que simpática.
-Cala-te.
Eles saíram deixando-me sozinha em casa. Fiz a cama e arrumei o meu quarto e pus um bocado de perfume espalhado no quarto para tirar o cheiro do Akamaru.
Antes de sair de casa bateram à porta. Desci as escadas para ir abrir a porta. Eram um homem e uma mulher.
(Mulher)- Susuki Himura?
-Não. Sou a filha.
(Homem)- A tua mãe está?
-Não. Estou sozinha.
(Homem)- E quando ela vem.
-Não sei dizer. Pode dizer-me o que se passa?
(Mulher)- A sua família tem o pagamento mensal da casa atrasado 3 meses. Hoje faz 4 meses. Têm até ao meio-dia de hoje para sair de casa ou para pagar o que devem.
-Só pode estar a brincar! Onde vou arranjar tanto dinheiro?
(Homem)- Desculpa mas não podemos fazer nada. Têm mesmo de obedecer aos prazos de pagamento.
-Eu não tenho dinheiro. Vou arrumar as coisas e depois saio de casa.
(Mulher)- Então depois deixe a chave debaixo do tapete que nós passamos cá mais tarde para a vir buscar.
-Está bem. Agora se me dão licença.
Fechei a porta com brusquidão. Deixei-me cair no chão. “Não sinto as pernas! Isto não pode estar a acontecer. Só a mim. E agora vou para onde? Não tenho dinheiro suficiente para ir para uma pensão. Vou até a casa da Hinata. Talvez ela me ajude.”
Subi até ao quarto. Pus as minhas roupas dentro de uma mala. Pus tudo o que me pertencia. Não tinha muita coisa. Sai de casa e tranquei a porta. Pus as chaves debaixo do tapete como recomendado e pus-me a caminhar até a casa da Hinata.
Quando cheguei bati à porta. Quem abriu foi a irmã dela. A Hanabi.
-Olá. A tua irmã está?
(Hanabi)- Não. Ela saiu com o Chouji e o Shino em missão com a Kurenai-sensei para a floresta em busca de um…
-Sim isso…já são pormenores a mais. Então eu passo cá amanhã. Obrigada Hanabi.
(Hanabi)- Adeus.
Eu acenei e virei costas. Ela fechou a porta por detrás de mim. “Agora? Era ela e minha única opção.”
Sentei-me num banco que havia ali. “Vou ter de dormir na rua.” Os pensamentos invadiam a minha mente.
(Shikamaru)- Então o que fazes aqui? Não estavas em casa a descansar? Hoje não temos missões.
- Shikamaru hoje não estou com paciência para perguntas. Volta noutra altura.
Ele sentou-se ao meu lado. O meu cabelo tapava-me o rosto. Ele encostou a mão ao meu queixo e rodou a minha cabeça até ficar virada para ele.
(Shikamaru)- Com essa cara passasse alguma coisa. Porque é que não me contas?
-Não é da tua conta.
(Shikamaru)- Eu posso ajudar-te. Vá diz lá!
-És mesmo persistente. Fui expulsa de casa! Não tinha dinheiro para pagar a mensalidade da casa. Contente?
(Shikamaru)- Então e a tua mãe?
-Fugiu. Agora não tenho para onde ir.
(Shikamaru)- Eu sei um sitio que podes ficar durante alguns dias!
-Sério?
(Shikamaru)- Sim! Em minha casa.
O sorriso que iluminava a minha cara desapareceu rapidamente quando ele proferiu as palavras “minha casa”.
-Não obrigada.
(Shikamru)- Não estou a pedir. Estou a dizer. Anda.
Ele puxou-me pelo braço.
-Esquece. Eu não vou ficar em tua casa. Está fora de questão. Não querias mais nada.
Ele estava a fazer uma posição com as mãos. “O que está ele a fazer?” O meu corpo começou a mexer-se sozinho. Ficando na mesma posição que o Shikamaru.
-Não podes ter feito isso.
Ele uniu a minha sombra com a sua controlando os meus movimentos.
(Shikamaru)- Vamos.
Ele levantou-se e o meu corpo levantou-se ao mesmo tempo que o dele. Ele fez um gesto a pegar uma mala no ar. Eu repeti o gesto dele mas agarrando a minha mala a sério enquanto ele pegava no ar.
Ele começou a andar até casa, e eu fazia o mesmo, contrariada sem poder fazer nada.
-Shikamaru pára com isso. Não sejas imaturo.
(Shikamaru)- Agora estás em desvantagem. Obedeces ao que eu mando, estamos esclarecidos?
-Não posso mesmo dizer que não. Não é?
(Shikamaru)- Isso mesmo. Eu mando e tu fazes senão eu utilizo esta técnica mais vezes.
Não tinha hipóteses contra ele. Ele estava a mandar em mim e no meu corpo sem eu poder fazer nada contra. Chegamos a casa dele e entramos pela janela do quarto.
(Shikamaru)- Ora bem este aqui é o meu quarto. Não é grande coisa mas serve.
O quarto dele tinha uma cama encostada à parede, uma mesa-de-cabeceira ao lado e uma porta que era um roupeiro enorme, no lado oposto virado para a cama. O roupeiro estendia-se para dentro. Cabiam lá pelo menos duas pessoas deitadas. Tinha uma porta ainda no quarto que dava para a casa de banho que estava dividida em duas partes. Uma parte para nos despirmos e depois a banheira.
-Ok agora que aqui estamos onde vou dormir? Na cama? No chão? No roupeiro?
(Shikamaru)- Tu é que sabes, mas vou sentir-me um bocado mal se dormires no chão.
“Ele já tirou a opção de dormir na cama.”
-Durmo no roupeiro. Pões uns lençóis lá dentro e uma almofada. Assim há menos probabilidades de a tua mãe apanhar-nos né?
Ele encolheu os ombros.
(Shikamaru)- Tu é que sabes.
-Estava a brincar. Queria pedir-te um favor.
(Shikamaru)- Diz.
-Posso tomar um banho? Estou cansada.
(Shikamaru)- Sim. Tens ali as toalhas e do outro lado é a banheira.
-Está bem. Entrei para a pequena divisão e despi a roupa. Entrei na banheira e pus a água a correr. Pendurei a roupa ao lado da banheira num cabide que estava lá.
Enquanto tomava banho ouvi o Shikamaru a falar com alguém. Parecia-me a mãe dele.
(Mãe do Shikamaru)- Estás a tomar banho Shikamaru? Estou a ouvir a água a correr.
(Shikamaru)- Sim mãe.
(Mãe do Shikamaru)- Então enquanto tomas banho eu vou buscar a roupa suja à casa de banho.
“Oh não. O que é que ele vai fazer para a impedir de entrar na casa de banho?” Ouvi a porta da casa de banho a abrir-se. O Shikamaru entrou para a banheira para ao pé de mim.
-O que est...?
(Shikamaru)- Chiu! Ela ainda te descobre.
Ele tapou a minha boca com a mão. Olhei para a sua cara e ele estava de olhos fechados para não me ver naquelas figuras. Nós estávamos muito perto um do outro. Apetecia-me beijá-lo naquela altura. Ele saiu de repente de ao pé de mim e foi para a outra divisão da casa de banho.
(Shikamaru)- Desculpa por isto.
- N-Não faz mal.
Enrolei uma toalha à volta do meu corpo e sai da banheira. Vesti-me e fui ter com ele ao quarto.
O meu corpo começou a mexer-se novamente sozinho. Ele tinha usado a mesma técnica de a pouco tempo. Ele andava na minha direcção e eu na direcção dele. Ficamos frente a frente. Ele aproximou-se de mim mas eu não me mexi. Já não estava presa ao jutsu dele. O seu rosto aproximou-se do meu. As suas mãos percorreram as minhas costas parando na minha cintura. Os meus lábios aproximaram-se dos dele. Ele tocou com os dele nos meus. As minhas mãos sentiam o seu peito forte. Eu queria ficar assim com ele para sempre. Gostava que aquele momento não acabasse. Ele afastou-se de mim.
- Isto não sai daqui.
(Shikamaru)- Ontem disseste-me a mesma coisa.
À noite dormi com ele na sua cama. A cama era grande. De costas um para o outro os nossos rostos não voltaram a encontrar-se naquele dia. “Tenho de arranjar uma solução para os meus problemas. Não posso continuar na casa dele durante muito mais tempo. Embora não me importe mas é mau. A mãe dele ainda nos descobre.”

Shizuka- Personagem da Fanfiction

Eu para esta personagem inspirei-me na Tayuya de Naruto. Eu gostei muito da maneira de ser dela.

Esta é a Tayuya







A minha personagem (Shizuka) é esta:







Depois ao longo dos Capitulos da Fanfiction eu vou fazendo desenhos da Shizuka e do Shikamaru.

Espero que gostem.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Naruto Comics

Vou postar aqui alguns comics para vos fazer rir um bocadinho. Espero que gostem.













quinta-feira, 21 de julho de 2011

Fanfinction- "Tudo Muda" Capitulo 2- Descoberta

Uma semana já tinha passado desde que a equipa foi formada. Ver o Shikamaru todos os dias já se tinha tornado uma coisa do dia-a-dia. Já se tinha tornado suportável. Eu até já estava a gostar da sua atitude. Era inteligente e engraçado.
(Shikamaru)- Shizuka quero ficar sempre con—
Trim Trim Trim Trim Trim Trim Trim Trim
O despertador tocou e fez-me acordar repentinamente. Fiquei sentada na cama. “Foi outro maldito sonho. Isto já se torna repetitivo.” Levantei-me arrastando os meus pés pelo quarto era demasiado cedo para estar acordada. Abri o roupeiro e tirei a minha roupa habitual. Hoje íamos fazer uma missão de Rank D. Ir à pesca. Seca!
 Tomei um duche, vesti-me e desci as escadas a correr. Sai de casa e fui ter com a minha equipa, eu era a única que faltava.
(Kiba)- Estás atrasada Shizuka.
-Desculpa lá se tenho de tomar banho.
(Kiba)- Para  a próxima vê se compres os horários combinados.
-Tá tá.
(Asuma-sensei)- Chega de conversa e vamos lá.
Chegámos ao lago. A missão demorou algumas horas. Eu já estava a ficar farta daquilo. Quando acabou fui para casa na companhia do Shikamaru.
-Hoje foi uma seca.
(Shikamaru)- Também acho. Não há nada de mais interessante?
-Tu também achas tudo uma seca.
(Shikamaru)- Isso não é verdade.
-Pois claro.
(Shikamaru)- Hoje antes de chegares o Asuma-sensei disse que hoje à noite íamos vigiar os portões de Konoha.
-Porquê?
(Shikamaru)- Foi uma ordem do Hokage.
-Está bem. É para ir ter onde?
(Shikamaru)- Nos portões. Lá para as 9 da noite. Não te atrases.
-Sim sim…já ouvi isso hoje.
Separamo-nos na rua seguinte. Abri a porta da entrada da minha casa.
-Mãe já cheguei.
Não recebi uma resposta. Fui à cozinha mas estava vazia. Abri todas as portas de minha casa, mas nem sinal dela. “É raro que ela saia de casa. Para onde foi?” Subi as escadas e fui ao seu quarto. Abri o roupeiro mas estava vazio. Sem roupas nenhumas. Nem uma. A cama estava por fazer. “Fugiu? Não acredito!”
Tinha-me deixado sozinha em casa. Sem comida feita, sem roupa lavada, sem nada. Eu não sabia cozinhar e ainda por cima estava esfomeada. “Aquela minha mãe que covarde. Odeio-a! Porque é que ela me fez isto?” sentei-me em frente da mesa de comer. Com as mão apoiar-me a cabeça fiquei a pensar o que havia de fazer. Não tinha dinheiro para ir comer a lado nenhum, como ia sobreviver?
-Deixa estar. Tu agora puseste essa ideia de te tornares ninja como o teu pai, foi por isso que ele morreu. Não percebes? Isso não é vida para ti. Eu já não aguento isto qualquer dia saio de casa e nunca mais me pões a vista em cima Shizuka! As palavras ameaçadoras da mãe vieram-me à mente. A discussão de à 3 dias atrás fez-me pensar que ela realizou o que me ameaçou. Sair de casa.
-É assim que queres. Então mais vale nem voltares.  
Fui para o quarto descansar. Mas não me apetecia ficar enfiada em casa numa hora daquelas. Calcei-me de novo e sai. Fui dar uma volta, mas não sabia onde, ia a caminhar pelas ruas sem destino. Acabei em frente à casa da Hinata. À aquela ela não estava em casa. Devia estar com o Shino e o Chouji. “O que será que o Shikamaru está a fazer? AH Shizuka esquece-o. Agora também não tens mais nada para pensar? Ele deu-te a volta à cabeça ou quê?” senti a tocarem-me no ombro. Olhei para trás. Era ele. “Só me faltava agora também os pensamentos tornarem-se realidade!”
(Shikamaru)- Não ias para casa?
-Ia…mas não fui…como podes ver.
(Shikamaru)- O que vais fazer?
-Não tens nada a ver com isso.
Ele cruzou os braços e ficou a olhar para mim tipo Asério? É o melhor que consegues dizer?
-O que foi? Estás a olhar assim para mim…Está bem! Eu não vou fazer nada. Não tenho nada para fazer.
(Shikamaru)-Já tomas-te o pequeno-almoço?
-Sim…não.
(Shikamaru)- Então? Sim ou não?
-Não! Mas também não tenho dinheiro para pagar.
(Shikamaru)- Se eu te perguntei é porque te pago né?
Eu encolhi os ombros.
(Shikamaru)- Vamos.
Ele agarrou-me pelo pulso e puxou-me com ele.
-Espera!
(Shikamaru)- O que foi? Anda. Estou com fome. Quero comer qualquer coisa.
Ele continuou a puxar-me. Eu fui com ele, tinha o rosto a ficar corado. “Mas o que se passa comigo? Será que…não! Eu não posso gost…Ou posso?” Vários pensamentos deste tipo invadiram a minha mente enquanto era puxada pelo pulso até uma espécie de café.
À noite era para ir fazer a vigia. Desde que o Shikamaru me pagou o pequeno-almoço ainda não tinha comido mais nada. O meu estômago estava vazio. Começava a sentir-me zonza. “Shizuka não desmaies agora. Vá tens de chegar à entrada de Konoha.” Os meus pés pareciam tijolos, estavam demasiado pesados para conseguir andar. Finalmente cheguei. Como sempre eu era a última.
(Kiba)- Como sempre…a última a chegar.
-Era às nove…são o quê? Nove e dez…mais coisa menos coisa?
(Kiba)- Dez minutos de atraso! Como as celebridades.
-Cala-te mas é. Se não é para dizeres nada de jeito deixa-te estar calado.
(Asuma-sensei)- Como sempre a embirrar um com o outro. Bom agora voltando ao importante. Vamos dividir-nos em pares. Como a Shizuka e o Kiba estão sempre às turras, eu fico com o Kiba. O Shikamaru fica com a Shizuka. Eu e o Kiba ficamos nos portões e vocês vão para a torre de vigia. Está claro?
(Kiba)- Sim claríssimo como a água, só uma pergunta. Vamos ficar a aqui a noite inteira?
-Claro! É uma vigia cabeça de vento…É a noite inteira.
(Asuma-sensei)- Pois…vá vamos lá.
(Shikamaru)- Anda Shizuka.
-Ah? Ah sim.
Subimos as escadas até à torre. Lá em cima a o vento era forte. Não via nada, o cabelo ia todo para a frente da cara. Sentei-me no chão. “Que raiva estou cheia de fome. Ainda vou cair para o lado.”
-Shikamaru…fala comigo.
(Shikamaru)- Como assim?
-Diz qualquer coisa. Não quero ficar a noite toda em silêncio.
(Shikamaru)- Bom…Acho que nós estamos mais unidos do que à uma semana atrás.
-Tens razão.
Eu estava com a mão em cima da barriga, sentia o estômago a remexer de um lado para o outro. O Shikamaru sentou-se ao meu lado.
(Shikamaru)- Estás bem Shizuka? Estás pálida.
Eu não consegui responder. A minha cabeça estava pesada. Deixei-a cair para o lado assim como o meu corpo. Cai em cima das pernas dele.
(Shikamaru)- Estás bem?
Ele afastou o meu cabelo da cara.
-Tenho fome.
(Shikamaru)- ah?
-Fome. Não como nada desde de manhã. Desde o comer que me pagaste.
Ele estendeu o braço para a mochila que estava ao seu lado e tirou um pacote de bolachas. Ele deu-me algumas. Comi-as ainda deitada no seu colo.
-Posso estar assim?
(Shikamaru)-mmm…sim.
O calor que ele emanava fazia-me sentir confortável.
-O que aconteceu aqui em cima não é para sair daqui.
(Shikamaru)- Sim.
Queria ficar assim com ele, não queria sair dali, mas tinha de o fazer daqui a algumas horas. “Fogo, acabei por começar a gostar do rapaz que mais desprezava na turma. Mas ele não é tão mau como eu pensava.”